RFID: o que é e como usar na gestão de ativos?

Apsis em Artigos Atualizado em 03.12.2019

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Diante da transformação digital e do surgimento de novas tecnologias, cada vez mais o mercado oferece soluções que visam otimizar os processos e, com isso, melhorar os resultados das organizações. 

Uma das tecnologias disruptivas que vêm ganhando espaço e sendo amplamente utilizada é o RFID, um método sem fio que permite atribuir uma identidade única a um objeto por meio da aplicação de uma TAG. É a evolução do código de barras.

Na prática, essa tecnologia ja revoluciona a estrutura de muitas organizações. Quer saber como? Avance na leitura deste texto!

O que é RFID?

Do inglês Radio Frequency Identification, o RFID pode ser entendido como um método de identificação automática, que usa sinais de rádio. A tecnologia permite uma velocidade na identificação dos itens por meio da utilização de etiquetas RFID, que também são conhecidas como TAG´s.

Elas surgem como uma alternativa ao código de barras, uma vez que fixados ao produto permitem a identificação dele a alguma distância do scanner e até mesmo fora de posicionamento. 

Como funciona o RFID?

Basicamente, o sistema RFID é formado por uma antena, um transceptor, que faz a leitura do sinal, transferindo o dado para um dispositivo leitor, e um transponder ou etiqueta RFID, que deve conter a informação a ser transmitida.

Na prática, como funciona o processo, então? A antena transmite o dado, emitindo o sinal do circuito integrado e repassando os dados para o leitor. Por sua vez, este converte as ondas de rádio do RFID em informações digitais. Uma vez convertidas, elas são lidas e compreendidas por um computador, permitindo a análise de dados. 

Aplicações do RFID

A tecnologia pode ser usada no controle de diversos bens, sendo mais usual no controle ativos e estoques. em qualquer segmento.

Com TAG’s fixadas em todos os produtos, por meio das ondas de rádio, é possível ter um relatório completo dos itens, podendo parametrizar as informações necessárias diretamente na base de dados. Desse modo, além de evitar erros, a tecnologia dispensa a necessidade de base de dados e balanços manuais, que exigem tempo e energia dos profissionais. 

A logística também tem sido beneficiada melhorando a velocidade de identificação e agilidade das respectivas cargas.

RFID na gestão de ativos

Muito além dos exemplos citados, a tecnologia também é altamente indicada para a gestão de ativos. Sabe aquele inventário demorado que desgasta a sua equipe? Você pode esquecer esse processo ao adotar o RFID.

Isso porque uma solução de gestão de ativos imobilizados que usa a tecnologia facilita a implantação de um processo de inventário contínuo, garantindo muito mais controle e precisão. Veja, na prática, como o sistema funciona:

Ao usar o RFID, o seu processo de inventário se torna muito mais simples e ágil, trazendo uma série de benefícios, como:

Além disso, a tecnologia RFID já é o primeiro passo para adaptar a infra estrutura tecnológica da sua empresa às novidades decorrentes da 4a Revolução Industrial. 

Quer saber mais sobre gestão dos ativos imobilizados com tecnologia aplicada? Conheça a solução da APSIS que pode ajudar você! 



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