Análise e gestão de riscos na indústria: por onde começar?

Alexandre Cecchetti em Artigos Atualizado em 27.02.2020

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A competitividade de uma organização depende de uma série de táticas e práticas de gerenciamento. Uma delas é a gestão de riscos. Especialmente em mercados com ampla concorrência e regulação feita por agências, priorizar a construção destas estratégias, focada na análise e gestão de risco, é fundamental.

Contudo, a questão é: como conduzir o gerenciamento da melhor maneira possível, incorporando-o como um processo da qualidade? São muitas normas, diretrizes e regras que precisam ser compreendidas e implementadas para conferir mais segurança, confiabilidade e eficiência à operação da empresa. Neste contexto, a gestão de riscos na qualidade deve ser adotada como um processo que orienta a avaliação, o controle, e a comunicação de riscos para a qualidade do produto em todo o seu ciclo de vida. De tal modo, é possível eliminar, antecipar e mitigar possíveis impactos que possam atingir, inclusive, a imagem da marca da empresa. 

Quer saber o que é gestão de riscos e conhecer a estrutura ideal para um processo de gerenciamento de riscos? Avance na leitura deste artigo!

#1 O que é gestão de riscos?

Fundamentalmente, a gestão de riscos consiste em definir, planejar e aplicar todos os recursos necessários para reduzir os impactos negativos e elevar os positivos na empresa.

Para fazer esse tipo de gerenciamento, é importante saber que, de acordo com a definição técnica da ISO 9001:2015, o risco pode ter origem na incerteza de objetivos e procedimentos para determinadas atividades dentro da organização.

Sendo assim, existem dois princípios básicos do gerenciamento de riscos no processo de qualidade. São eles: 

  1. A avaliação do risco para a qualidade deve ser baseada no conhecimento científico.
  2. O nível de esforço, formalidade e documentação do processo de gestão de riscos deve ser proporcional ao nível de risco.

#2 Gestão de riscos aplicada à indústria

A indústria de alimentos e bebidas vive uma fase na qual o ganho de escala é um dos pilares mais fortes para o sucesso de uma empresa inserida em um mercado globalizado.

Mesmo que sua produção seja exclusiva para o mercado doméstico, uma empresa está sujeita a substitutos e concorrentes globais.

De qualquer modo, é preciso trabalhar para ganhar escala, o que exige a otimização e a utilização completa de todo o parque industrial. Aplicam-se todas as ferramentas para o aumento da produção e da produtividade. O desafio é manter a qualidade dos produtos e a segurança dos processos em um cenário de pressão constante por preço.

Logo, o controle de qualidade também precisa acompanhar o avanço da produção. A boa notícia é que a natureza dinâmica dos processos de qualidade é uma grande oportunidade. Isso porque o conhecimento bem aplicado alavanca o pilar da produtividade, transformando ações detectivas em correções preventivas, mitigando riscos e corrigindo desvios.

#3 Etapas do gerenciamento de riscos

Para fazer a análise de gestão de risco, é preciso conhecer as etapas que devem ser seguidas. Afinal, existem várias situações que devem ser mapeadas, exigências que precisam ser cumpridas e riscos que precisam ser mensurados e monitorados. Veja as principais etapas do gerenciamento de riscos:

Diagnóstico de Riscos e Avaliação de Processos Industriais

  1. Diagnóstico de Riscos
  2. Gestão de Riscos de Processos
  3. Controle estatístico de qualidade
  4. Qualidade Garantida
  5. Avaliação Independente 

O diagnóstico dos riscos e a avaliação dos processos de qualidade são dois passos obrigatórios para o estabelecimento das táticas operacionais da qualidade.

No mapeamento dos riscos se analisa, classifica, quantifica e documenta os pontos críticos para a qualidade da produção. É o momento de  considerar e enumerar os riscos para os produtos, para os ativos, para o meio ambiente e para a força de trabalho.

Já a avaliação dos processos de qualidade consiste em analisar  a aderência das práticas de qualidade, e dos respectivos controles internos, para as respostas aos riscos mapeados anteriormente. 

Assim, cada processo avaliado é classificado em relação ao atendimento dos objetivos e sempre que aplicável é apresentado um conjunto de sugestões de melhorias que podem, inclusive, levar ao redesenho completo das estruturas e processos.

Pela descrição das atividades de diagnóstico e avaliação, nota-se a necessidade de intimidade, experiência e capacitação das equipes envolvidas devido à complexidade e à profundidade dos tópicos abordados.

#4  Gestão de riscos feita por quem entende do assunto

Se uma das prioridades da sua organização é fazer um gerenciamento de riscos adequado, visando garantir a qualidade dos processos e produtos, você precisa contar com o apoio de um parceiro que seja autoridade no assunto.

A APSIS executa as atividades de diagnóstico e avaliação com equipes especializadas e com grande vivência na indústria. É a experiência do time da APSIS que faz toda a diferença. Desse modo, realizamos comparações com as melhores práticas de mercado, aplicamos  tecnologias avançadas e, principalmente, trabalhamos pensando na otimização do uso dos recursos para assegurar a eficiência e a qualidade da operação.

A equipe da APSIS atua há mais de 20 anos projetando, desenvolvendo e implementando soluções sistêmicas para os processos de produção. O trabalho é feito em etapas, passando pela identificação, mensuração, avaliação e tratamento dos riscos inerentes ao cotidiano das plantas industriais.

A posição da APSIS como avaliadora independente chancela os trabalhos e facilita seu uso interno e externo proporcionando uma ferramenta poderosa no relacionamento entre as áreas produtiva e de controles e reforçando sua comunicação com clientes, fornecedores e órgãos de governança e de regulamentação. 

Afinal, investir na prevenção é sempre mais adequado do que atuar na detecção ou na materialização do risco.

 

Ficou interessado no tema do artigo e quer saber mais sobre governança e gestão de risco? Continue acompanhando nosso blog!



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